Alerta - Estamos trilhando o caminho para a Terceira Guerra Mundial - A agenda está em curso

Todos os "vermelhos" se levantarão contra o imperialismo dos EUA e seus aliados.

O que não te contam sobre a situação atual do Brasil, leiam é importante.

O Caos começou na Venezuela, foi para Argentina e vem para o Brasil.

CUIDADO: FALSO ARREBATAMENTO A CAMINHO.

Jogo INWO também revelaque haverá um Falso Arrebatamento, "abdução", com noticias sobre queda de "meteoros, naves espaciais, e alienígenas"

Perigo: Evento solar de grande proporção deve ocorrer nos próximos meses

A inversão do campo magnético do Sol é de fato um evento de grande magnitude

31 de janeiro de 2012

Argentina diz que Inglaterra quer 'militarizar' conflito das Malvinas


Declaração foi uma resposta à decisão britânica de mandar um navio de guerra às ilhas
BUENOS AIRES - A Argentina denunciou, nesta terça-feira, 31, que a Inglaterra tenta "militarizar" o conflito nas Ilhas Malvinas, informou a AFP. A declaração foi uma resposta à decisão britânica de mandar um navio de guerra às ilhas.
Destroier HMS Dauntless parte em direção ao Atlântico Sul - Ian Simpson/Efe
Ian Simpson/Efe
Destroier HMS Dauntless parte em direção ao Atlântico Sul
Além disso, o país também lamentou, por meio de um comunicado oficial, a visita do príncipe William ao arquipélago. "A República Argentina rechaça a tentativa britânica de militarizar o conflito sobre o qual as Nações Unidas indicaram que ambas nações devem resolver com negociações bilaterais", diz o comunicado.
Um ministro britânico anunciou que viajará às Ilhas Malvinas em junho para participar da comemoração do 30o aniversário da guerra que explodiu após a invasão das forças armadas argentinas no território disputado por ambos países.
A Grã-Bretanha enviará às ilhas Malvinas nos próximos meses um dos navios de guerra mais modernos da Marinha Real, informou nesta terça-feira, 31, o Ministério de Defesa britânico. Trata-se do destroier HMS Dauntless, que parte em direção ao Atlântico Sul e substituirá a fragata britânica HMS Montrose, disse um porta-voz da pasta
Com agências de notícias.

Conhecendo o Tapeceiro da Vida




Tapeceiro
Grande artista
Vai fazendo o seu trabalho
Incansável, paciente
No seu tear
Tapeceiro
Não se engana
Sabe o fim desde o começo
Trança voltas, mil desvios
Sem perder o fio
Minha vida é obra de tapeçaria
É tecida de cores alegres e vivas
Que fazem contraste no meio das cores
Nubladas e tristes
Se você olha do avesso
Nem imagina o desfecho
No fim das contas
Tudo se explica
Tudo se encaixa
Tudo coopera pro meu bem
Quando se vê pelo lado certo
Muda-se logo a expressão do rosto
Obra de arte pra honra e glória
Do Tapeceiro
Quando se vê pelo lado certo
Todas as cores da minha vida
Dignificam a Jesus Cristo
O Tapeceiro
.


30 de janeiro de 2012

Atenção! Segundo terremoto do dia é registrado em Ica, no Peru

 

Horas após o terremoto de 6,2 graus na escala Richter que atingiu a localidade de Ica, no sul do Peru, deixando 119 pessoas feridas, um novo tremor de terra, de quatro graus de magnitude, foi registrado na região.

O Instituto Geofísico do Peru (IGP) informou que o novo terremoto ocorreu às 14h20 (GMT) e que seu epicentro foi localizado a 22 quilômetros a sudoeste de Ica, a uma profundidade de 58 km.

Até o momento, o tremor de 6,2 graus que ocorreu nesta madrugada deixou 119 feridos, 80 pessoas desabrigadas e dezesseis casas danificadas, segundo a Defesa Civil do local.

Os feridos foram atendidos em 12 hospitais e centros de saúde de Ica, a maioria com escoriações e fraturas leves. Após o terremoto, os distritos de Ica e San Clemente ficaram sem energia elétrica a muitas famílias preferiram passar a noite fora de suas residências.

Essa é a zona mais atingida por terremotos no Peru. O último desastre de grandes proporções na região foi registrado em 2007, quando 500 pessoas morreram após um tremor de terra e um tsunami.



Nota: Se as previsões do Professor Adhemar Ramos estiverem corretas, teremos um grande terremoto ou grandes erupções vulcânicas entre 2 e 4 de fevereiro, isso por conta das explosões solares. Será?

Vejam o vídeo:


Abraços a todos, boa semana.
Célio


Chefe do Pentágono: EUA farão todo possivel para parar programa nuclear do Irã, inclusive guerra se for necessário


Foto: EPA


Os EUA efetuarão todos os passos necessários, inclusive militares, para parar o desenvolvimento de armas nucleares, realizado pelo Irã, anunciou no domingo no âmbito da entrevista dada à rede CBS o chefe do Pentágono Leon Panetta. “Nenhuma das variantes possíveis de reagir está excluída”, disse o político.

Panetta fez claro que Teerã precisará de 2-3 anos, se tomar uma decisão política de iniciar a produção da bomba nuclear. No fim de dezembro o chefe do Comitê dos Comandantes das Forças Armadas dos EUA Martin Dempsey confirmou que o Pentágono está desenvolvendo projetos para atacar o Irã. O general não excluiu que Israel poderá realizar também uma própria ação militar.



http://portuguese.ruvr.ru/2012/01/30/64910565.html

29 de janeiro de 2012

A Próxima Guerra na Agenda dos EUA

Paul Craig Roberts
29.Jan.12 :: Outros autores

Neste artigo Craig Roberts faz um significativo paralelo histórico: o que estamos a testemunhar é uma repetição da política de Washington para com o Japão na década de 1930, que provocou o ataque japonês a Pearl Harbour. Os saldos bancários do Japão no Ocidente foram apreendidos e o acesso do Japão a petróleo e matérias-primas foi restringido. O objectivo era prevenir ou retardar a ascensão do Japão. O resultado foi a guerra.
Mas é surpreendente que uma tal análise leve no final o autor a apelar ao apoio ao candidato Ron Paul nas próximas presidenciais dos EUA. Por muito maus que sejam os restantes candidatos, a alternativa não é certamente este personagem ultraliberal.



Só os cegos não vêem que o governo dos EUA se prepara para atacar o Irã. Segundo o Professor Michel Chossudovsky, “os preparativos para a guerra contra o Irã (com o envolvimento de Israel e da NATO) foram iniciados em Maio de 2003.” 


Washington instalou mísseis apontados ao Irã nos estados emirados com petróleo que funcionam como seus fantoches, Omã e os Emirados Árabes Unidos e, com poucas reservas, noutros estados fantoches no Médio Oriente. Reforçou a frota de caças da Arábia Saudita. Mais recentemente, enviou 9 000 soldados para Israel, para participar em “jogos de guerra” cujo objectivo é testar o sistema de defesa aérea dos EUA / Israel. Uma vez que o Irã não representa uma ameaça a menos que seja atacado, os preparativos de guerra de Washington assinalam a intenção de atacar o Irã.

Outro sinal de que Washington tem uma nova guerra em agenda é o aumento da retórica e demonização do Irã. A julgar pelas estatísticas, a propaganda de Washington de que o Irã ameaça os EUA através do desenvolvimento de uma arma nuclear foi bem sucedida. Metade do público norte-americano apoia um ataque militar ao Irã, a fim de impedir este país de adquirir poder nuclear. Aqueles de nós que tentam despertar os nossos concidadãos partem de um deficit que corresponde ao facto de metade da população dos EUA estar sob controle do Big Brother.

Como os relatórios dos inspectores da Agência Internacional de Energia Atómica no terreno no Irã deixaram claro há anos, não há provas de que o Irã tenha desviado qualquer urânio enriquecido a partir do seu programa de energia nuclear. O estridor de Washington e dos media neoconservadores é infundado. A mentira está ao mesmo nível da reivindicação de que Saddam Hussein tinha no Iraque armas de destruição em massa. Cada soldado dos EUA que morreu naquela guerra morreu em nome de uma mentira.

Não poderia ser mais óbvio que os preparativos de guerra de Washington contra o Irã nada têm que ver com dissuadir o Irã de construir uma arma nuclear. Qual, então, a sua base?
Em minha opinião, os preparativos do governo dos EUA para a guerra são movidos por três factores. Um deles é a ideologia neoconservadora, adoptada pelo governo dos EUA, que os leva a usar a sua posição de superioridade militar e económica para conseguir a hegemonia mundial. Este objectivo faz apelo à arrogância norte-americana e ao poder e sede de lucro que ela serve.
Um segundo factor é o desejo de Israel de eliminar todo o apoio aos palestinianos e ao Hezbollah no sul do Líbano. O objectivo de Israel é dominar toda a Palestina e os recursos hídricos do sul do Líbano. A eliminação do Irã remove todos os obstáculos à expansão de Israel.

Um terceiro factor é o de impedir ou retardar a ascensão da China como potência militar e económica, controlando o acesso da China à energia. Foram os investimentos da China em petróleo no leste da Líbia que levaram os EUA e os seus fantoches da NATO a virar-se subitamente contra a Líbia, e foram os investimentos da China em petróleo noutras regiões de África que resultaram na criação, por parte do regime de Bush, do Comando dos EUA para África, o AFRICOM, destinado a combater a influência econômica da China com a influência militar dos EUA. A China tem investimentos significativos em energia no Irã, e uma percentagem substancial das importações de petróleo da China provém do Irã. Privar a China do acesso independente ao petróleo é a maneira de Washington dominar e encurralar a China.

O que estamos a testemunhar é uma repetição da política de Washington para com o Japão na década de 1930, que provocou o ataque japonês a Pearl Harbor. Os saldos bancários do Japão no Ocidente foram apreendidos e o acesso do Japão a petróleo e matérias-primas foi restringido. O objectivo era prevenir ou retardar a ascensão do Japão. O resultado foi a guerra.

Apesar da sua desmedida arrogância, Washington entende a vulnerabilidade da sua Quinta Frota no Golfo Pérsico e não arriscaria perder uma frota e 20 000 homens a menos que fosse para ganhar uma desculpa para um ataque nuclear ao Irã. Um ataque nuclear ao Irã alertaria a China e a Rússia de que poderiam sofrer o mesmo destino. Como consequência, o mundo enfrentaria um risco de cataclismo nuclear maior do que no tempo do impasse EUA-URSS, que assegurava uma destruição mútua.

Washington está a colocar-nos numa situa
ção fora de controle. Declarou que o eixo* “Ásia-Pacífico” e o Mar da China Meridional são áreas de “interesse nacional dos EUA”. Qual o sentido destas palavras? O mesmo que teria a China declarar o Golfo do México e o Mar Mediterrâneo como áreas de interesse nacional da China.
Washington colocou 2 500 fuzileiros, prometendo a chegada de mais, na Austrália, com que fim? Proteger a Austrália da China ou ocupar a Austrália? Cercar a China com 2 500 fuzileiros navais? Não significaria nada para a China, se Washington colocasse 25 000 fuzileiros navais na Austrália.

Se formos aos factos, as palavras duras de Washington não constituem senão uma provocação sem sentido ao seu maior credor. E se a idiotia de Washington fizer com que a China passe a temer a possibilidade de Washington e os seus fantoches europeus e Reino Unido se apoderarem dos seus saldos bancários e se recusarem a honrar as participações da China de 1 bilião de dólares em títulos do Tesouro dos EUA? Irá a China retirar os seus saldos dos enfraquecidos bancos dos EUA, Reino Unido e Europa? Irá a China atacar primeiro, não com armas nucleares, mas com a venda do seu bilião de dólares em títulos do Tesouro de uma só vez?
Seria mais barato do que a guerra.

A Reserva Federal teria de imprimir rapidamente mais 1 bilião de dólares para comprar os títulos, caso contrário as taxas de juros dos EUA iriam disparar. O que faria a China com um 1 bilião de dólares acabados de imprimir? Na minha opinião, a China iria livrar-se de tudo de uma vez no mercado de câmbio, porque a Reserva Federal não pode imprimir euros, libras britânicas, yen Japonês, franco suíço, rublo russo e yuan chinês para comprar a sua moeda recém-impressa.

O dólar norte-americano seria esmagado. Os preços de importação dos EUA (que agora incluem, graças ao offshoring, quase tudo o que os norte-americanos consomem) subiriam. Os 90% que vivem com maiores dificuldades seriam ainda mais esmagados, atraindo ainda mais os seus opressores em Washington. O resto do mundo, antecipando a guerra nuclear, libertar-se-ia dos dólares, já que Washington seria um alvo de ataque primário.
Se os mísseis não forem lançados, os norte-americanos levantar-se-ão no dia seguinte na condição de país falido do terceiro mundo. Se os mísseis forem lançados, serão poucos a despertar.

Enquanto norte-americanos, precisamos de nos interrogar sobre o que está em jogo. Porque é que o nosso governo provoca deste modo o Islão, a Rússia, a China, o Irã? Que propósito, quem estão a servir? Certamente não a nós.
Quem beneficia do facto de o nosso governo falido se lançar em mais guerras, desta vez não contra países indefesos como o Iraque e a Líbia, mas a China e a Rússia? Pensarão os idiotas em Washington que o governo russo não sabe por que razão a Rússia está a ser cercada com bases de mísseis e sistemas de radar? Acreditarão os imbecis que o governo russo cairá na sua mentira de que os mísseis são dirigidos contra o Irã? Só os idiotas que se sentam à frente da Fox “News” acreditariam que se trata aqui verdadeiramente de uma arma nuclear iraniana.

Quanto tempo mais irá o governo russo permitir à National Endowment for Democracy (Fundação Nacional para a Democracia), que é uma fachada da CIA, interferir nas suas eleições através do financiamento dos partidos da oposição liderada por nomes como Vladimir Kara-Murza, Boris Nemtsov, e Alexei Navalny, que protestam todas as eleições ganhas pelo partido de Putin, acusando sem qualquer prova, mas fornecendo a Washington, que, sem dúvida, paga muito bem, propaganda de acordo com a qual as eleições foram e serão roubadas?
Nos EUA, activistas como estes seriam declarados “extremistas internos” e sujeitos a um duro tratamento. Nos EUA, mesmo os pacifistas estão sujeitos a invasões de domicílio pelo FBI e a investigações dos tribunais.
O que isto significa é que “o criminoso estado russo” é uma democracia mais tolerante do que os EUA ou os seus estados europeus e que o Reino Unido.

Para onde vamos a partir daqui? Se não quisermos caminhar para 
a destruição nuclear, os americanos têm que acordar. Jogos de futebol, pornografia, e centros comerciais são uma coisa. A sobrevivência da humanidade é outra. Washington, isto é, o “governo representativo”, consiste somente de uns quantos interesses poderosos. Esses interesses privados, e não o povo americano, controlam o governo dos EUA.

É por isso que nada que o governo dos EUA faça beneficia o povo norte-americano.
A actual colheita de candidatos presidenciais, com excepção de Ron Paul, representa os interesses no controle. A guerra e a fraude financeira são os únicos valores norte-americanos que restam.
Voltarão os norte-americanos a dar o esplendor da “democracia” a governar por uns poucos, participando nas próximas eleições manipuladas?
Se tiver que votar, vote em Ron Paul ou num candidato de um terceiro partido mais radical. Mostre que não apoia a mentira que é este sistema.
Deixe de ver televisão. Deixe de ler os jornais. Deixe de gastar dinheiro. Quando faz qualquer destas coisas, está a apoiar o mal.

Tradução: André Rodrigues P. Silva

Nota: Não precisa nem ser um especialista em politica internacional para ver que os EUA querem o controle de todo o petróleo do mundo com as ações que eles tem tomado. Eles sabem que "quem controla o petróleo, controla o mundo", por isso estão correndo atras de dominar todas as nações que possuem grandes reservas de petróleo. 
Mas essa corrida está provocando a ira de outros países como a CHINA, que pelo que temos visto, vai dar trabalho, mas muito trabalho para os EUA.

EUA que se cuide, se a CHINA abrir os olhos de vez, serão engolidos pela CHINA (O provável futuro 4º Reich)   e talvez nem precise muito da ajuda de seus aliados, Russia, Irã, etc etc..

Alguém ai já se deu ao trabalho de ver como a China tem se armado nos últimos tempos? E pra que, só pra mostrar que tem grana??

Durma-se com um barulho desses.
Abraços
Célio  

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Irã: O que está por detrás do embargo Europeu



Não são só as vastas reservas de energia e recursos naturais do Irã que atiçam a cobiça dos dirigentes dos países economicamente impotentes da União Europeia, assim como do líder deles todos, os Estados Unidos. Sabemos que foi sempre essa cobiça, de mãos dadas com a debilidade econômica, que esteve por trás das guerras ilegais dos últimos vinte anos, a mais recente das quais a da Líbia.

Por Anna Malm*

Agora temos que os caminhos que levam a Moscou e a Pequim passam por Teerã, capitais localizadas respectivamente na Rússia, China e Irã. O que se tem passado em relação às atitudes agressivas ocidentais dos últimos anos em relação à Síria e ao Irã insere-se também num quadro de considerações políticas geo-estratégicas mais amplas.

Considera-se que os caminhos que levam a Moscou e a Pequim passam por Teerã do mesmo modo que os caminhos que levam à Teerã passam por Damasco na Síria, Bagdá no Iraque e Beirute no Líbano.

Destaca-se que os Estados Unidos querem controlar o Irã por razões políticas e econômicas, bem como para satisfazer as suas próprias necessidades de energia. E querem também poder controlar a forma de pagamento das exportações do petróleo do país. Querem que o pagamento das exportações de petróleo do Irã seja feito em dólares.

E isso para que o uso global e permanente do dólar nas transações internacionais seja mantido e não posto em causa, como tem sido nos últimos tempos. Deve lembrar-se que o uso do dólar como moeda de pagamento internacional é uma das duas pernas em que o controle americano sobre o mundo se sustenta, apesar de tudo. Digo apesar de tudo porque o dólar não tem valor nenhum por si mesmo. Poderia e deveria ser trocado por sistemas de pagamento mais condizentes com a realidade de 2012 e não condizentes com a realidade de 1945, como é o caso. A outra perna em que se sustenta o poder americano sobre o mundo é a força militar.

Controlando o Irã através de um regime de fantoches posto no poder através de uma guerra dirigida pelos Estados Unidos e executada pelos seus aliados (como foi o caso na Líbia e como estão ameaçando fazer na Síria), Washington também estaria a pôr uma corda no pescoço da China.

Essa corda iria ser apertada ou afrouxada de acordo com os interesses norte americanos, dando-lhes o controle da segurança energética da China. Se a China não se comportasse de acordo com os interesses americanos lá estariam eles a asfixiá-la através do estrangulamento do fornecimento do petróleo. Estrangulamento esse que seria garantido pelos fantoches estabelecidos no Irã à custa do sangue de muitos milhares e milhares de inocentes no Irã e no Oriente Médio, assim como à custa de uma desestabilização econômica no mundo inteiro, se não de uma catástrofe global.

É um fato do conhecimento geral que a ameaça de guerra aberta hoje visível é uma continuação dos acontecimentos desencadeados por ações encobertas há já uns anos. Essas ações encobertas incluem serviços de informação específica, ataques e vírus cibernéticos, grupos militares secretos, espiões, assassinos, agentes de provocação e sabotadores agindo contra o Irã em favor dos interesses ocidentais.

O sequestro e assassínio de cientistas iranianos e de comandantes militares é do conhecimento público. Sabe-se de diplomatas iranianos sequestrados no Iraque e de iranianos visitando a Arábia Saudita e a Turquia que foram detidos e sequestrados. Sabe-se de oficiais sírios, assim como de vários palestinos e representantes do Hezbollah que também foram assassinados. Destaque-se que foram assassinados e não detidos e colocados perante um tribunal de justiça.

Pressupõe-se que Israel tenha atacado o Líbano não só para exterminar ou pelo menos enfraquecer o Hezbollah, mas também para atingir estrategicamente a Síria. Como já foi dito anteriormente, os caminhos que agridem a Síria passam através do Líbano. Os caminhos que estrategicamente atingem o Irão passam através da Síria. Os caminhos que agridem ou afetam estrategicamente a Rússia e a China passam através da Síria e do Irã.

A Síria é o apoio e o eixo do bloco da resistência contra os abusos ocidentais na região. Essa resistência é apoiada pelo Irã. Há já cinco ou seis anos que os Estados Unidos, acompanhados pelos seus “irmãos de armas” locais tentam desligar a Síria do Irã. Essa tentativa vinha sido feita através de esforços para seduzir a Síria. Uma vez que a Síria não se deixou seduzir pelas ofertas ocidentais, as tentativas de sedução transformaram-se em ameaças e em preparativos para a guerra.

Combater a Síria é combater o Irã. Esse é um ponto central a ser tido em conta no contexto atual. A balança do poder e da influência política hoje na região pende a favor do Irã, mas nada enfraqueceria mais o Irã do que a perda da Síria.

Há aqui cenários potencialmente devastadores. Iria o Irã manter-se passivo frente a um ataque à Síria, ataque esse liderado pelos interesses ocidentais? Podemos pressupor que não. Os Estados Unidos não desejam que esse potencial cenário se concretize. O que eles querem é atacar a Síria e depois atacar o Irã, não atacar os dois juntos. Seria demasiado até mesmo para os EUA-UE-Otan. Isto já para não se mencionar a cadeia de acontecimentos imprevisíveis que uma tal ação desencadearia.

A marcha para uma guerra total e devastadora prossegue enquanto os Estados Unidos intensificam a guerra política e econômica, da qual a decisão de embargo da União Europeia é apenas um passo mais. É uma marcha fúnebre dirigida por loucos falidos e letalmente armados.

*De Estocolmo para o Irã News, em www.iranews.com.br

http://www.vermelho.org.br/go/noticia.php?id_secao=9&id_noticia=174044

28 de janeiro de 2012

EUA SOB TENSÃO? - ESTARIA A CHINA SE PREPARANDO PARA ATACAR OS EUA? NOVAS ATUALIZAÇÕES.



Olá Leitores deste blog A Verdade Liberta.


Após ver uma série de videos e reportagens onde são apresentados fatos que mostram que pode ocorrer um conflito entre China e EUA, decidi quer deveria fazer um novo post sobre esse assunto, que pelo que vejo merece muita atenção de todos.
Ao que parece, a China pretende lançar um ataque aos EUA, e isso  poderia começar pela costa oeste (Califórnia).
Se alguns de vocês se lembram, administrador da agência Charles F. Bolden advertiu em vídeo que os EUA poderia sofrer um ataque de FORÇAS EXTERNAS na região da costa oeste, leste, região dos lagos etc..


Revejam o Vídeo:



Mais: A FEMA também já deu o recado através de seu administrador. Sr. Craig Fugate:




Mais sobre esse assunto no link:
http://celiosiqueira.blogspot.com/2011/12/assim-como-nasa-fema-tambem-manda.html


Vamos ver outras noticias sobre esse provável conflito.
EUA temem mísseis chineses de longo alcance 
 Há o risco de uma nova guerra fria no ar. Os Estados Unidos estão preocupados com o desenvolvimento pela China de mísseis intercontinentais baseados em terra ou no mar com capacidade de atingir o território americano, diz um novo relatório que está sendo preparado pelo Departamento da Defesa.
O relatório anual de 2007 do Pentágono sobre o poderio militar chinês vai destacar o desenvolvimento de uma nova classe de submarinos Jin capazes de carregar mísseis nucleares balísticos com mais de 8 mil quilômetros de alcance. Serão cinco ao todo. Um está em testes e pode entrar em operação no próximo ano.
Outra preocupação é com as implicações estratégicas da instalação pela China ainda este ano de mísseis balísticos intercontinentais terrestres móveis DF-31A. Eles também podem atingir os EUA.


Mais no link:
http://nelsonfrancojobim.blogspot.com/2007/05/eua-temem-msseis-chineses-de-longo.html


Ainda sobre as preocupações do pentágono:

O Pentágono cita em seu relatório os misseis chineses de interdição de área
 RELATÓRIO DO PENTÁGONO:China se prepara contra tropas americanas com aumento de armas
**FILE** Chinese army trucks carrying new long-range and cruise missiles are shown off during China‘s 60th anniversary celebration in October 2009. (Associated Press) – Durante o 60th aniversário da revolução chinesa, em Outubro de 2009, caminhões do exército chinês mostram novos misseis de longo alcance


Bill Gertz – The Washington Times 
A China está agressivamente juntando forças militares capazes de atacar as forças americanas no oeste do Pacífico e em outros lugares, como parte do que o Pentágono, em seu relatório anual mais recente, chama de uma seleção de mísseis de interdição de área **de alta tecnologia, submarinos e aviões de guerra.


O relatório para o Congresso sobre o poder militar chinês, divulgado segunda-feira, também avisou que a força militar da China está estendendo seu alcance militar global para além de um crescimento de armamentos que tenha como objetivo apenas travar uma guerra regional com Taiwan e os Estados Unidos. O relatório também questionou o intercâmbio militar Estados Unidos-China, assinalando que Pequim está usando as visitas e encontros para conseguir operações de influência política e acumulação de inteligência.


“A China está lidando com uma gama de mísseis balísticos convencionalmente armados, mísseis cruzeiro de ataque terrestre para serem lançados da terra e do ar, forças de operações especiais e habilidades de ciberconflito, para manter alvos em risco por toda a região”, disse o relatório.


A liberação da avaliação surge em meio a informes de que a China ultrapassou o Japão, se  tornando a segunda maior economia do mundo em termos de PIB, destacando o caráter expansivo do poder global de Pequim.


O PIB nominal do Japão, que não é ajustado por preço e variação sazonal, valia quase 1.29 trilhão de dólares no segundo trimestre, comparado com quase 1.34 trilhão de dólares da China, de acordo com a Associated Press. Os números são convertidos em dólar baseado na taxa média de câmbio do período.


O relatório de 74 páginas do Pentágono destacou numerosos desenvolvimentos militares do exército de 125 milhões de soldados da China, incluindo a primeira menção a um míssil de múltiplas ogivas de longo alcance, e detalhes do plano chinês de utilizar porta-aviões.


Muito do relatório se baseia em relatórios passados sobre a construção de armas pela China, o que inclui um arsenal nuclear que cresce modestamente e uma expansão em larga escala de forças navais, aéreas e de mísseis.


Entretanto, o relatório ressaltou pela primeira vez o crescimento de armas de interdição e isolamento de áreas, notavelmente a construção e teste de um incomparável míssil balístico antinavio, em Pequim, que pode atingir navios em alto mar com precisão detalhada de até 1.000 milhas da costa chinesa.


O objetivo dessas forças é ter um poderio que possa atacar navios americanos caso eles sejam chamados para defender Taiwan num conflito futuro com a China.


 “A China está buscando uma variedade de sistemas de informação e conceitos operacionais de guerra aérea, marítima, submarina, espacial e contraespacial para conquistar essa aptidão, indo em direção a uma variedade de habilidades ofensivas sobrepostas estendendo-se da costa chinesa para o Pacífico oeste,” disse o relatório sobre as armas de interdição de área.


Armamentos de interdição de área primários são mísseis de médio alcance chineses “desenhados para atingir forças no mar, combinados com sistemas de mira elevados sobre o horizonte para localizar e rastrear navios em movimento.”


Adicionalmente, a China agora tem seis submarinos de ataque movidos a energia nuclear e 54 submarinos movidos a diesel e eletricidade, muitos dos quais equipados com avançados mísseis cruzeiro antinavio.


Outras armas de interdição de área importantes incluem navios com mísseis teleguiados das classes Luyang 1 e 2  e destróieres russos da classe Sovremenny. As embarcações são equipadas com avançados mísseis de longo alcance antiaéreos e antinavio.


Para ataques aéreos de retrição de área os chineses têm os próprios caças FB-7 e FB-7A, e SU-30 russos. Todos os jatos são armados com mísseis cruzeiros anti-navio contra embarcações de superfície.


“A abrangente transformação de longo prazo das forças militares da China está melhorando sua capacidade de projeção de força e isolamento de área,” de acordo com o relatório.


Outros desenvolvimentos de armas estratégicas e convencionais revelados no relatório incluem:


• Posicionamento estratégico de até 500 mísseis cruzeiro terrestres DH-10  de precisão e longo alcance. O número representa um aumento significativo em relação ao relatório de 2009, que listou a disposição de até 350 mísseis DH-10.


• Desenvolvimento continuado de mísseis anti-satélite (ASAT) e outros armamentos que podem destruir ou danificar sistemas sensoriais e de comunicações espaciais, juntamente com uma gama crescente de sistemas espaciais que a China usará para a mira dos mísseis e navegação das armas.


“A China continua a desenvolver e refinar este sistema, que é um componente de um programa mutidimensional para limitar ou prevenir o uso de ativos espaciais por potenciais adversários durante tempos de crise ou conflito,” afirmou o relatório sobre os equipamentos ASAT.


• Disponibilidade de unidades de ciberconflito com milícias chinesas associando militares e civis, armadas com vírus de computador para atacar redes estrangeiras.


• Novas forças de projeção de poder que dão aos militares chineses um vasto alcance e que estão incomodando a estabilidade no leste da Ásia, especificamente ameaçando a região sul do Mar da China onde as tensões aumentaram.


• Os líderes militares e civis chineses estão usando numerosos intercâmbios militares em diferentes níveis com o Pentágono “para comunicar mensagens políticas e moldar percepções da China entre líderes estrangeiros.”


• A China continuará a ser profundamente dependente de petróleo importado por navio nas próximas décadas. Em 2015, quase dois terços do seu petróleo será importado e em 2030, quatro quintos. A dependência de petróleo afetará o planejamento do poder militar da China.


O senador John Cornyn, republicano do Texas, disse que o relatório “pinta um quadro alarmante, apesar de ser possível um otimismo cauteloso.”


“É evidente que a China está expandindo agressivamente seu potencial militar, que parece estar direcionado para as limitadas opções estratégicas americanas no Pacífico”, disse ele. “Esta realidade alarmante é inconsistente com o suposto interesse da China em estimular a estabilidade e a paz na região.”


Michael Pillsbury, um especialista em assuntos chineses e antigo estruturador de políticas do Pentágono durante a administração de Reagan, disse que o novo relatório demonstra a continuidade da antiga prática dos chineses de destacar o seu interesse no uso de despistamento estratégico baseado em antigas políticas e estratagemas.


O relatório cita o falecido líder comunista chinês Deng Xiaoping ao dizer que a estratégia militar da China coincide com uma estratégia maior de modernização de “dar tempo e construir potencialidades” em segredo.


Sobre o aviso do relatório em relação à falta de sinceridade da China em conduzir intercâmbios militares, o Sr. Pillsbury disse em uma entrevista que “há um forte indício que faz com que qualquer  leitor desconfie dos propósitos do Exército de Libertação Popular de explorar esses intercâmbios.”


“Relatórios passados deram pouca atenção aos intercâmbios, e nunca sugeriram que eles poderiam não ser uma boa idéia se o exército chinês os explora para seus propósitos, em contrapartida às visões anteriores de que as trocas entre os EUA e a China são completamente positivas e apenas buscam construir a confiança e reduzir percepções equivocadas.”


O Sr. Pillsbury disse que a parte do relatório sobre intercâmbio militar instituiu uma base para o Congresso “aplicar uma nova métrica para avaliar o conteúdo destas trocas.”


Além disso, o relatório afirmou que os militares chineses falharam ao não efetuar as negociações prometidas sobre assuntos nucleares estratégicos, disse o Sr. Pillsbury.


O relatório foi entregue ao Congresso no dia 1º de março, mas foi mantido escondido pela administração Obama em virtude de disputas internas, e face à possibilidade de irritar Pequim, por expor a lista anual das forças militares e estratégicas chinesas.


O governo comunista da China denuncia rotineiramente que o relatório  exagera a sua modernização militar.


Mark Strokes, um antigo especialista em forças militares chinesas do Pentágono, disse que uma conclusão preocupante do último relatório é que o equilíbrio militar no Estreito de Taiwan continua a se deteriorar, apesar de uma aparente estabilização do número de mísseis chineses de curto alcance do outro lado da ilha, contando agora com mais de 1.000 e que tem crescido na base de 50 mísseis por ano, até o ano passado. E mais mísseis avançados estão sendo adicionados, disse ele.


A nova seção do relatório lista diversos intercâmbios militares passados, entre o Pentágono e os militares chineses e a longa lista de trocas que tinham sido planejadas para 2010, mas que foram interrompidas pela suspensão do programa de intercâmbio pela China.


O relatório de 2010 ao Congresso, renomeado este ano como o “Relatório Anual sobre Desenvolvimentos Militares e de Segurança Envolvendo a República Popular da China”, sujeito  a uma emenda congressional pouco percebida no ano passado, também pela primeira vez se dirigiu às inconstantes trocas militares entre a China e o Pentágono. Os militares da China cortaram os intercâmbios duas vezes desde outubro de 2008 para protestar contra a venda de armas dos Estados Unidos para Taiwan.


Um oficial de defesa que é um crítico do novo tom conciliatório do relatório sobre a China disse que o documento é deficiente em um assunto tão importante.


“O relatório se cala em relação à maior questão de todas: O que o Exército de Libertação Popular está fazendo exatamente para se preparar para a guerra com os EUA, e qual é a evidência de que o Exército claramente identificou os Estados Unidos como seu principal inimigo em planos de guerra e nas conversas para o público interno?” disse o oficial.


TRADUÇÃO: Célia Savietto Barbosa
Fonte:
http://claudiomafra.com.br/relatorio-do-pentagonochina-se-prepara-contra-tropas-americanas-com-aumento-de-armas/



Outras noticias:
RELATÓRIO DO PENTÁGONO:China se prepara contra tropas americanas com aumento de armas

Suposto Míssil pode ser resposta a ataque Chinês nos EUA.



Um novo relatório que circula hoje no Kremlin, preparado para o primeiro-ministro Putin pelo Diretor Anatoly Perminov da Agência Espacial Federal Russa, afirma que um satélite militar, um Arkon, que acompanha as regiões costeiras da América do Norte detectou um "caso anômalo de ataque de EMP" que ocorreu em 08 de novembro em 0600 Pacific Standard Time (-8 horas GMT ), que traziam a "assinatura direto" de um míssil YJ-62, anti-navio, subsônico, proveniente do submarino Type 041 (Foto) (código da OTAN nome de Yuan-Class) da Marinha Popular de Libertação chinês, conhecida por patrulhar a área de aproximadamente 200 quilômetros da costa dos Estados Unidos.

Quase 11 horas após o evento do "EMP", (Pulso Eletro Magnético) esse relatório diz ainda que o Arkon-1, então detectou um BGM-109 (Tomahawk), mísseis de cruzeiro subsônicos lançado a partir de um submarino da base operacional de Ohio da Marinha dos EUA, ao largo da costa da Califórnia em uma "missão de treinamento" de seu porto localizado na Marinha Kitsap EUA Base no Estado de Washington e foi a caminho da maior base naval americana na costa oeste dos EUA em San Diego, Califórnia.




O "efeito imediato" do míssil EMP chinês, o relatório continua, foi " catastrófica e paralisante" do navio dosEUA com base no cruzeiro Carnival Splendor (Foto), que está encalhado com seus quase 4.500 passageiros e tripulantes, levando os norte-americanos a reagir. A Marinha dos EUA enviou o porta-aviões Ronald Reagan, caças e aviões de abastecimento para protegê-la do ataque, depois de todos os seus sistemas eletrônicos foram destruídos.

Um pulso eletromagnético ( EMP ), como foi usado em cima do Carnival Splendor, é uma explosão de radiação eletromagnética que provoca rápidas mudanças nos campos elétricos (ou campos magnéticos) que, quando o acoplamento eletrônico de sistemas elétricos, produz danos atuais e surtos de tensão para destruir todos os sistemas elétricos.

O Naval Surface Warfare Center ( NSWC ) já advertiu que os navios americanos estavam vulneráveis a tais ataques com EMP. Líder do Grupo de Avaliação, Blaise Corbett, afirmou que "as consequências de não tomar as precauções adequadas para proteger os sistemas críticos de missão da frota pode revelar-se catastrófica para Marinha".

O objetivo deste EMP chinês em cima de um navio americano, segundo o relatório, era duplo:



1 Califórnia.
Um teste de EMP, a arma em uma guerra contra os americanos e que seria utilizado contra a sua Frota Naval da Marinha e forças que operam a partir de e da costa oeste dos os EUA, e  2. -Um teste do tempo de resposta americana com medidas de retaliação contra um navio de guerra chinês após atacar os EUA e / ou os seus interesses no Pacífico.

O momento deste ataque foi ainda mais crucial, devido ao teste da China sobre o tempo de resposta da América durante um período em que seu presidente, como comandante-chefe de todas as Forças Armadas dos EUA, estava fora do país, Obama estava na Índia no momento.

O tempo de resposta americanos de quase 11 horas entre o ataque EMP no Carnival Splendor e o ataque de retaliação, as bases americanas estavam "virtualmente assegurada" que o submarino chinês responsável pelo ataque escapou, assinalando que pode ter sido planejada pelos norte-americanos a fim de não agravar a crise.

Para as razões políticas e geográficas para um ataque comunista sobre os norte-americanos poucos dias antes da crucial importância do G-20 realizada em Coreia do Sul, que tanto o presidente, Hu e Obama estarão presentes, o relatório diz que era devido contra os Estados Unidos, em essência, declarando guerra econômica global sobre o resto do mundo pela sua impressão de quase US $ 1 trilhão de dólares, a fim de rentabilizar o seu escalonamento das dívidas e que a China advertiu:
"Se os Estados Unidos podem aumentar o volume de dólares e que pode transmitir a inflação a outros países para diminuir a pressão da dívida, então ele vai trazer uma influência catastrófica no mundo."


Típico propaganda mediática dos órgãos dos Estados Unidos em dizer aos seus cidadãos sobre os verdadeiros acontecimentos relativos a esta crise, é como se eles se colocaram no total da Guerra Fria, lembra o modo da década de 1940 ao final de 1980 quando também, para não informá-los dos muitos incidentes ou mortes de Soldados americanos relacionadas com o conflito.
Mais perigosa sobre o povo americano não ter sido informado da trágica e verdadeiro estado de nosso mundo de hoje é não serem capazes de se preparar para o maior conflito muito pior por vir, especialmente à luz da China Comunista jurando que não vai desistir sem lutar. Uma luta, que agora aparece não só ser uma hipótese, mas iminente.

SEMPRE GUERRA: É inegável que toda a população civil nunca saberá da verdade. A demora de resposta do Pentágono e de outros órgãos de segurança dos EUA, só fez levantar diversos boatos e teorias sobre o ocorrido. Se de fato esta teoria apresentada realmente ocorreu, escrevemos um capítulo perigoso para a nossa história, com desfechos sem precendentes para a humanidade.

http://sempreguerra.blogspot.com/2010/11/suposto-missil-pode-ser-resposta-ataque.html

Mais:

China planeja ataque surpresa aos EUA?

Uma guerra "secreta"? General diz que China está planejando um ataque de míssil surpresa aos EUA

Seria uma guerra secreta? Uma guerra omitida?

Enquanto o imbecil coletivo é distraído pela mídia, o "bicho está pegando" lá fora? 

Para quem também não viu, em dezembro do ano passado, um avião 'chemtrail', com agentes americanos da CIA, foi abatido no aeroporto Shanghai Pudong, e nele continha um vírus mutante do H1N1 que seria espalhado pela China. 
china shotdown disfarçada EUA avião dos EUA Swine Flu Plane spray Shot Down In China
(veja essa notícia: http://www.pakistanideology.com/pakistan-news/us-swine-flu-spray-plane-shot-down-in-china/ )

Por que os EUA estariam querendo realizar este ataque biológico ao país comunista?
Um ataque chinês aos EUA seria gravíssimo, pois do lado dos chineses estariam a Rússia, Irã, Coréia do Norte, Venezuela, e outros demais loucos... Vamos pesquisar mais e acompanhar! 


Leia a notícia:
Um General chinês reformado recentemente revelou que este país pode estar planejando um ataque surpresa aos Estados Unidos. O anúncio público de Xu Guangyu veio em resposta as revelações de WikiLeaks que no ano passado, Washigton teria advertido seus aliados de antemão sobre o teste da China de um míssil inteceptador.

A Secretária de Estado Hillary Clinton, num despacho classificado enviado em 9 de Janeiro último, instruiu as embaixadas americanas na Austrália, Grã-Bretanha, Canada e Nova Zelândia a notificar estes países dos próximos laçamentos dois dias depois. O cabo incluía detalhes dos locais de lançamento para o interceptador e o alvo, os modelos dos mísseis, o propósito do teste, e a data do teste.

Ontem, o Hong Kong's South China Morning Post veiculou os comentários de Xu, agora no China Arms Control and Disarmament Association, no sentido de que satélites americanos teriam detectado a atividade nos locais de lançamento, mas que algumas das informações nos despachos, especificamente os tipos de mísseis e o dia do teste, devem ter vindo de uma fonte no solo. O WikiLeaks liberou este despacho, revelando um ou mais espiões americanos no corpo estratégido de mísseis da China, é talvez a mais significativa exposição do site de segurança dos EUA até à data.

O Jornal de Hong Kong observou que Xu disse que "se a China não poderia mais manter em segredo seus lançamentos de mísseis, não seria capaz de lançar um ataque surpresa sobre os EUA."

A China está realmente num processo de planejamento para destruir o território americano com uma barragem e mísseis nucleares de preferência? O comentário de Xu, é claro, não é prova, mas revela que os generais chiness estão pensando em fazê-lo.

Infelizmente, o sentimento hostil de Xu se encaixa dentro de uma tendência preocupante. Especialmente desde o início do ano passado, tem havido uma série de comentários beligerantes de generais da China, almirantes e coronéis, alguns falando sobre a guerra com os EUA no futuro próximo. Em fevereiro passado, por exemplo, o coronel Xianging Meng disse que o Exército Popular de Libertação seria "qualitativamente aprimora" nas suas capacidades para forçar um confronto na política dos EUA para Taiwan dentro da década ", quando somos fortes o suficiente para uma luta corpo a corpo com o EUA ".

Dadas as declarações belicosas vinda das altas patentes militares da China juntamente com o comportamento agressivo bem documentado no Mar da China Meridional e outras águas periféricas - é difícil imaginar como observadores ocidentais podem negar as intenções da China e os confrontos que se avizinham. Obrigado, General Xu.

FONTES: http://2012umnovodespertar.blogspot.com/2011/09/china-planeja-ataque-surpresa-aos-eua.html E http://www.worldaffairsjournal.org/bin/Is_China_Planning_a_Surprise_Missile_Attach.html



Agora vejam os fatos mais recentes:
Movimentação maciça de tropas dos EUA na Califórnia, preocupa a Rússia. 
Um relatório preparado pelo perturbador Ministério da Defesa que circulam hoje no Kremlin afirma que oficiais militares russos foram repelidos pela NATO (OTAN) ontem depois que surgiram dúvidas a respeito de tropas maciças e movimentos equipamentos de guerra na região dos Estados Unidos da Califórnia e disse a envolver mais de 78.000 soldados de vários países.

http://claringlobal.blogspot.com/2012/01/movimentacao-macica-de-tropas-dos-eua.html

Também:
FEMA TRANSPORTA CENTENAS DE TANQUES APC NA CALIFÓRNIA E OUTROS ESTADOS, POR QUE?No vídeo abaixo, FEMA Transporta por ferrovias Tanques APC (Foto) na Califórnia. 
http://celiosiqueira.blogspot.com/2012/01/fema-transporta-centenas-de-tanques-apc.html

Bem leitores deste blog, o fato mais recente ocorreu nesta semana, uma grande movimentação de helicópteros militares em Los Angeles.


Vejam a notícia:

Helicópteros militares sobrevoam Los Angeles em simulação de guerra urbana.


Este vídeo foi gravado ontem (26/01) pela noite enquanto cinco helicópteros militares sobrevoavam o centro de Los Angeles, realizando o que a policía (LAPD) descreveu como uma simulação de operações especiais de guerra urbana.
As imagens, capturadas pela cadeia CBS em Los Angeles, mostra um enorme helicóptero Blackhawk aproximándo-se ao edifício do U.S. Bank junto com outros quatro helicópteros OH-6, conhecidos como “Little Birds”.
Os jornalistas do helicóptero da CBS informaram ter visto o Blackhawk realizar uma aterrizagem e despegue num parque próximo antes de levantar voo novamente sobre o céu de Los Angeles.
Os helicópteros, que tiveram sua base no Dodger Stadium durante todo o exercício, foram vistos mais tarde voando a baixa altitude sobre o Staples Center de Los Angeles enquanto os Lakers jogavam em seu interior.
Assista ao vídeo:
Fonte: Agente2012
Sobre os "exercícios militares" em Los Angeles:

Vejam só:

A polícia de Los Angeles disse que o objetivo do treinamento foi em parte para garantir a capacidade dos militares para operar em ambientes urbanos.
A polícia de Los Angeles também disse que as precauções de segurança foram tomadas para prevenir os riscos para o público em geral, bem como o pessoal militar envolvido.
Exercícios semelhantes foram vistos em Miami e Boston.

Fonte:


Será treinamento/exercício ou estariam se preparando para uma guerra??


Mais:

Tropas chinesas em solo americano?


Este vídeo (abaixo) de A Revolução PAC, que apoia a candidatura presidencial de Ron Paul, pede espectadores a "imaginem por um momento que em algum lugar no meio do Texas há uma base militar estrangeira grande. Dizem ser chinesa ou russa. "

"A realidade é que a nossa presença militar em solo estrangeiro é ofensivo para as pessoas que vivem lá como para as tropas chinesas seria se eles estivessem estacionados no Texas. Desligar bases militares e deixar de lidar com outras nações com ameaças de violência não é o isolacionismo. É o oposto. Nos abrindo ao comércio da amizade honesta e diplomacia é a política externa de paz e prosperidade. "

Ainda: 100 mil soldados chineses estariam no México e Canadá para invadir EUA?? http://www.godlikeproductions.com/forum1/message1400951/pg15
SERÁ? 100 MIL?


Estariam os EUA trazendo milhares de seus militares de volta do Iraque, Japão, e outros países porque temem que algo de muito perigoso esteja pra acontecer em seu território?
A China Já Está Decidida e Preparada Para Invadir e Anexar Taiwan.
Em 1952, os Illuminati prometeram à China o controle sobre Taiwan antes de a Nova Ordem Mundial ser totalmente implementada. Os preparativos militares chineses para a invasão estão agora quase prontos e só aguardando o agravamento de conflitos simultâneos no Oriente Médio e na Península coreana, para que Taiwan não possa ser socorrida tempestivamente por uma força-tarefa norte-americana 

......."O Dr. Kurth olhou para o pódio por alguns breves segundos, depois levantou sua cabeça para dizer: 'Ontem, o almirante Johnson afirmou que a Marinha dos EUA precisaria de quinze Grupos de Batalha de Porta-Aviões para cumprir sua missão global. Se tivéssemos esses quinze Grupos de Batalha, poderíamos defender Taiwan nesse cenário que você acaba de delinear."

"Escrevi em minhas anotações que, com apenas doze Grupos de Batalha de Porta-Aviões, os EUA não poderiam defender Taiwan se a Marinha dos EUA estivesse envolvida em outros conflitos simultâneos antes e paralelos ao ataque da China a Taiwan."

Formada Aliança Estratégica Entre a Rússia e a China Para Enfrentar Ativamente a Política Externa Americana, Tornando a Guerra Muito Mais Provável
Resumo da Notícia: "China e Rússia Ensaiarão a Invasão de Taiwan", Drudge Report, Breaking News, 17/3/2005. 

ATENÇÃO:
NOVA ATUALIZAÇÃO:
Vejam a notícia de Última hora:
Carta Secreta de Obama para Teerã: A Guerra contra o Irã está Suspensa?

O New York Times anunciou que a Administração Obama enviou uma carta importante para a liderança do Irã em 12 de janeiro de 2012. 


Em 15 de janeiro de 2012, o porta-voz do Ministério iraniano dos Negócios Estrangeiros reconheceu que a carta tinha sido entregue a Teerã por meio de três canais diplomáticos:

(1) uma cópia da carta foi entregue ao embaixador iraniano na ONU, Mohammed Khazaee, pelo seu homólogo dos EUA, Susan Rice, em Nova York;

(2) uma segunda cópia da carta foi entregue em Teerã pelo embaixador suíço para o Irã, Livia Leu Agosti, e

(3)
uma terceira cópia foi para o Irã por meio de Jalal Talabani do Iraque. 


Na carta, a Casa Branca enunciados a posição dos Estados Unidos, enquanto as autoridades iranianas disseram que era um sinal das coisas como elas realmente são: os EUA não podem dar ao luxo de travar uma guerra contra o Irã.
Dentro da carta escrita pelo presidente Barak Hussein Obama foi um pedido dos EUA para o início das negociações entre Washington e Teerã para acabar iraniano-US hostilidades.

"Na carta, Obama anunciou a disposição para negociações e resolução de divergências mútuas", Ali Motahari, um parlamentar iraniano, disse à agência de notícias Mehr De acordo com outro parlamentar iraniana, desta vez o vice-presidente de Segurança Nacional do Parlamento iraniano e Comitê de Política Externa, Hussein Ebrahimi (Ibrahimi), a carta passou a pedir iraniano-americana de cooperação e negociações com base no interesse mútuo de tanto Teerã e Washington.

A carta de Obama também tentou assegurar a Teerã que os Estados Unidos não se envolver em qualquer ação hostil contra o Irã. De fato, no mesmo prazo, o Pentágono cancelados ou atrasados ​​grandes exercícios conjuntos com Israel.


Leia mais em : http://www.revelacaofinal.com/2012/01/carta-secreta-de-obama-para-teera.html#ixzz1ko1bcNuG

ESTARIA OBAMA DANDO UM PASSO ATRÁS NA GUERRA COM O IRÃ, POR TEMER UM IMINENTE CONFLITO EM CASA?


DOCUMENTÁRIO: CHINA X EUA - A GUERRA MUNDIAL VINDO.
(VÍDEO EM INGLES, ATÉ O MOMENTO NÃO ACHEI LINK DESSE VÍDEO COM LEGENDAS EM PORTUGUÊS) 


Diante de tantas evidências, fica difícil crer que os chineses não estão dispostos a lançar uma grande ofensiva militar contra os EUA vocês não acham?

Espero estar errado, vamos aguardar. 

Estamos de olho
Abraços a todos
Célio Siqueira

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